Chás abortivos: 17 plantas que a grávida deve evitar para proteger o bebê

Descubra quais são os 17 chás abortivos que gestantes devem evitar para proteger a saúde do bebê. Saiba os riscos e alternativas seguras.

O consumo de chás abortivos durante a gravidez exige atenção redobrada, pois algumas plantas podem comprometer a saúde da mãe e do bebê. Embora muitos chás sejam benéficos, outros apresentam riscos significativos, como contrações uterinas prematuras ou até mesmo aborto espontâneo. Por isso, é fundamental conhecer quais ervas evitar nesse período tão delicado.

Por que alguns chás são perigosos na gravidez?

Certas plantas contêm substâncias que estimulam o útero ou interferem na produção hormonal. Além disso, algumas ervas possuem propriedades emenagogas, ou seja, promovem o fluxo menstrual, o que pode ser extremamente prejudicial durante a gestação. Portanto, gestantes devem evitar o consumo desses chás sem orientação médica.



Lista de 17 chás abortivos que a grávida deve evitar

Confira abaixo as principais plantas que representam riscos durante a gravidez:

  • Arruda: Conhecida por suas propriedades abortivas, pode causar contrações uterinas.
  • Losna: Utilizada historicamente para induzir abortos, é altamente tóxica.
  • Cravo-da-índia: Em excesso, pode estimular o útero e causar complicações.
  • Canela: Em doses elevadas, pode provocar contrações e sangramentos.
  • Gengibre: Embora seja seguro em pequenas quantidades, o excesso pode ser prejudicial.
  • Hortelã-pimenta: Pode relaxar os músculos uterinos e interferir na gravidez.
  • Alecrim: Em grandes quantidades, pode estimular a menstruação.
  • Sálvia: Contém tujona, uma substância que pode causar aborto.
  • Erva-de-são-joão: Interfere em medicamentos e pode afetar a gravidez.
  • Boldo: Pode causar contrações uterinas e danos ao feto.
  • Cascara-sagrada: Usada como laxante, pode estimular o útero.
  • Sene: Assim como a cascara-sagrada, pode provocar contrações.
  • Tanchagem: Possui propriedades emenagogas e deve ser evitada.
  • Urtiga: Pode causar sangramentos e complicações na gravidez.
  • Confrei: Contém alcaloides tóxicos que podem prejudicar o feto.
  • Barbatimão: Usado em chás para cólicas, mas perigoso na gestação.
  • Pau-ferro: Pode causar contrações e deve ser evitado.

Alternativas seguras para gestantes

Embora muitos chás sejam proibidos, algumas opções são seguras e até benéficas, como:

  • Chá de camomila: Ajuda a relaxar e aliviar o estresse.
  • Chá de gengibre (em pequenas doses): Auxilia contra enjoos matinais.
  • Chá de folhas de framboesa: Fortalece o útero, mas só deve ser consumido no final da gravidez.

No entanto, mesmo essas opções devem ser consumidas com moderação e sempre com acompanhamento médico.



Conclusão

Evitar chás abortivos durante a gravidez é essencial para garantir a saúde da mãe e do bebê. Sempre consulte um profissional de saúde antes de consumir qualquer tipo de chá, mesmo aqueles considerados seguros. A precaução é a melhor forma de proteger a gestação e garantir um desenvolvimento saudável.