O discurso de Adam Mosseri, ex-chefe do Instagram, continua a gerar debates sobre o impacto da plataforma na saúde mental e no comportamento humano. Em um contexto onde a dependência digital se intensifica, sua declaração de que o uso prolongado de redes sociais é ‘problemático’ ganha nova relevância. A atitude refletida não é apenas uma opinião individual, mas uma refutação às evidências que apontam para consequências negativas. Essa postura se apoia em estudos que vinculam o excesso de exposição a distúrbios psicológicos, evidenciando a necessidade urgente de uma reavaliação das práticas atuais. Além disso, o cenário atual da tecnologia exige que a responsabilidade seja compartilhada, pois cada ação digital contribui para um ecossistema complexo. A discussão se aprofunda no aspecto da vigilância coletiva, onde o consumo constante de conteúdo e interações pode levar a isolamento e ansiedade. Nesse contexto, a crítica ao excesso de uso se torna um chamado à consciência coletiva. O foco central diz-se que, ao priorizar o prazer imediato sobre o bem-estar a longo prazo, a plataforma gera desequilíbrios que exigem intervenção. A discussão também aborda a falta de regulamentação adequada, evidenciando lacunas que precisam ser preenchidas. Assim, a voz de Mosseri reforça a necessidade de uma abordagem mais equilibrada, onde o autoconhecimento e a educação digital se tornam pilares essenciais. Para isso, é crucial que instituições e indivíduos adotem estratégias proativas, reforçando a importância de limites conscientes. A transição entre opinião e ação é, portanto, um passo essencial para mitigar os danos colaterais.
