Os modelos Galaxy A57 e A37 surgiram recentemente no banco de dados EPREL da União Europeia, sob as identificações SM-A576B/DS e SM-A376B/DS. As certificações revelam detalhes importantes sobre bateria, autonomia e resistência, oferecendo um vislumbre do que esperar dos próximos intermediários da Samsung.
Autonomia robusta com bateria de 5.000 mAh
Segundo os documentos oficiais, ambos os aparelhos receberam nota A no teste de eficiência energética da UE, o que sugere autonomia sólida de um dia e meio para a maioria dos usuários. Essa performance reforça a tendência da Samsung em entregar dispositivos com duração prolongada de bateria na faixa intermediária.
Os dados indicam que o Galaxy A37 pode chegar a 53 horas de uso com uma única carga, enquanto o A57 alcança até 52 horas. Esses números são baseados em um ciclo fixo de uso que inclui chamadas, navegação web, reprodução de vídeo e standby. Embora não reproduzam todos os cenários do mundo real, os resultados apontam para uma boa duração na prática.
Ambos os modelos listam bateria nominal de 4.905 mAh, capacidade que a Samsung certamente comercializará como 5.000 mAh típicos. Além disso, o carregamento rápido deve chegar a 45W, mantendo os aparelhos competitivos na faixa intermediária.
Proteção IP68 e resistência aprimorada
Em termos de resistência, tanto o Galaxy A57 quanto o A37 são certificados com proteção IP68 contra água e poeira. Trata-se de uma melhoria em relação à classificação IP67 vista nos antecessores, o que representa um upgrade significativo no papel.
A resistência a quedas apresenta ligeira diferença entre os modelos: enquanto o A57 recebe classificação A, o A37 fica com nota B. Já a capacidade de reparo permanece em C para ambos, padrão comum em smartphones modernos com design selado.
Durabilidade da bateria reduzida gera preocupação
Um ponto que chama atenção é a certificação de ciclos de carga. Segundo a etiqueta da UE, ambos os aparelhos são certificados para 1.200 ciclos completos antes que a capacidade da bateria caia abaixo de 80% do original.
Esse número é notavelmente inferior aos 2.000 ciclos listados anteriormente para o Galaxy A56 e A36. Curiosamente, a mesma redução foi observada na linha Galaxy S26, sugerindo uma mudança mais ampla na estratégia de baterias da Samsung.
Isso não significa necessariamente que as baterias sejam piores no uso diário. Contudo, para usuários que costumam manter seus celulares por quatro ou cinco anos, essa classificação mais baixa merece atenção.
O que esperar do lançamento oficial
O lançamento oficial dos dois modelos é esperado para o próximo mês. Como sempre, o cenário completo dependerá de preços e testes no mundo real. Até lá, as certificações oferecem um panorama promissor sobre a evolução da linha Galaxy A em termos de autonomia e resistência.