A Evolução do Realismo Gráfico
Desde a estreia do ray tracing em 2018, o realismo nos jogos evoluiu significativamente. Pragmata, o novo título da Capcom, utiliza essa tecnologia avançada para se destacar. Portanto, o jogo se torna uma verdadeira vitrine do path tracing. O cenário lunar exibe inúmeros vidros, paredes reflexivas e poças d’água que demandam hardware potente.
Configurações e Desempenho
Nós testamos o título em uma configuração robusta para garantir precisão. Primeiramente, a máquina de teste incluiu um Intel Core Ultra 9 285K e uma RTX 5070. Ademais, utilizamos 32 GB de memória DDR5-5600 e um SSD PCIe 4.0 de 1 TB. Em seguida, configuramos o jogo para 1440p com DLSS em qualidade e gerador de quadros ativado.
Reflexos e Sombras
Aqui reside o maior impacto visual ao usar path tracing. A Capcom alterou drasticamente a iluminação global para melhorar os reflexos. No entanto, a queda de desempenho acompanha esse salto visual. Além disso, as sombras também sofrem transformações profundas com a tecnologia de traçamento de caminho. Curiosamente, o preset máximo em rasterização entrega qualidade inferior em alguns momentos.
Texturas e Otimização
Os jogos da RE Engine frequentemente apresentam texturas inconsistentes. Pragmata mantém esse padrão em certos cantos escondidos do mapa. Consequentemente, o preset máximo de texturas dispensa-se, pois consome memória sem alterar o visual. Por fim, a opção de física do cabelo de Diana impacta a realismo na baixa gravidade lunar.
Veredito Final
Pragmata é um jogo relativamente leve se desligarmos o ray tracing. Jogamos facilmente em 4K sem DLSS e ultrapassamos 60 FPS na RTX 5070. Contudo, com path tracing, mantivemos a taxa de quadros acima de 80 FPS em 1440p. Alguns crashes ocorreram ao alterar configurações, mas o driver da NVIDIA corrigiu esses problemas. Em conclusão, vale o investimento para entusiastas de gráficos.
