O estado de saúde de Bolsonaro vem sendo acompanhado de perto desde sua internação, na última sexta-feira (13/3), no Hospital DF Star, em Brasília. Diagnosticado com broncopneumonia, o ex-presidente apresentou sinais de melhora progressiva, segundo informações divulgadas por sua equipe médica.
Em entrevista coletiva, o médico responsável pelo caso destacou que Bolsonaro respondeu bem ao tratamento instituído, com redução dos sintomas respiratórios e estabilização dos sinais vitais. No entanto, o quadro ainda requer monitoramento constante, uma vez que a broncopneumonia pode evoluir de forma imprevisível.
Além disso, o profissional de saúde defendeu a possibilidade de prisão domiciliar, argumentando que o ambiente hospitalar, embora controlado, não oferece as mesmas condições de conforto e segurança que o domicílio. Essa medida, segundo ele, poderia contribuir para a recuperação mais rápida e menos estressante de Bolsonaro.
Por outro lado, especialistas ouvidos pela imprensa alertam que qualquer decisão sobre a transferência deve considerar o risco de contágio e a necessidade de equipamentos específicos, que nem sempre estão disponíveis fora do ambiente hospitalar. Portanto, a avaliação médica continuará sendo decisiva nos próximos dias.
Enquanto Bolsonaro segue em tratamento, a expectativa é de que novos boletins médicos sejam divulgados para informar sobre eventuais mudanças no quadro clínico e sobre a possibilidade de alta hospitalar.
