Manter um cachorro solto na rua pode custar caro para o tutor. Em uma cidade de Santa Catarina, uma nova regra proíbe a permanência ou circulação de cães sem guia, condução ou qualquer forma de contenção em espaços públicos. A medida visa garantir a segurança tanto dos animais quanto das pessoas, além de preservar a ordem urbana.
Multa para quem deixar cachorro solto na rua
A infração está sujeita a multa que pode chegar a R$ 826, valor que varia conforme a gravidade e a reincidência. O objetivo é conscientizar os tutores sobre a importância de manter o animal sempre sob controle, seja em passeios ou em áreas públicas.
Além disso, a regra reforça a necessidade de uso de coleira, guia e, quando necessário, focinheira, de acordo com o porte e comportamento do animal. Esses equipamentos são fundamentais para evitar acidentes e garantir o bem-estar de todos.
Por que a medida foi adotada?
A decisão foi tomada após o aumento de ocorrências envolvendo cães soltos, como ataques a pedestres, brigas entre animais e até mesmo atropelamentos. A administração municipal avaliou que a falta de contenção representa risco tanto para os pets quanto para a população.
Portanto, a nova legislação busca equilibrar o direito de circulação dos animais com a segurança pública, estabelecendo limites claros para os tutores.
O que fazer para evitar a multa?
Para não ser multado, o tutor deve sempre conduzir o cão com guia e, se necessário, utilizar coleira e focinheira. É importante também respeitar as áreas específicas para pets, como parques e praças sinalizadas, onde o animal pode ficar sem guia apenas se autorizado.
Em caso de fiscalização, o tutor deve apresentar comprovante de vacinação e identificação do animal, que são exigências básicas em muitas cidades.
Conclusão
Manter o cachorro solto na rua não é apenas uma questão de educação, mas também de responsabilidade. A nova regra em Santa Catarina reforça que a segurança e o bem-estar de todos dependem do compromisso dos tutores. Por isso, é fundamental seguir as orientações e evitar transtornos, garantindo assim uma convivência harmoniosa entre pessoas e animais nos espaços públicos.
