Câncer de pele no rosto: sintomas, tipos e tratamento

Saiba tudo sobre câncer de pele no rosto: sintomas, tipos mais comuns e tratamentos disponíveis. Previna-se e reconheça os sinais precocemente.

O câncer de pele no rosto é uma condição que merece atenção especial, já que o rosto está constantemente exposto ao sol e a outros fatores de risco. Muitas vezes, os primeiros sinais podem passar despercebidos, mas identificar os sintomas precocemente faz toda a diferença no sucesso do tratamento.

Principais sintomas do câncer de pele no rosto

Os sintomas mais comuns incluem feridas que não cicatrizam, manchas persistentes que coçam, ardem ou descamam, e pintas que mudam de cor, forma ou tamanho. Além disso, o aparecimento de nódulos brilhantes, vermelhos ou translúcidos também pode ser um alerta. Por isso, é fundamental observar qualquer alteração na pele do rosto e consultar um dermatologista ao menor sinal de dúvida.



Tipos mais frequentes de câncer de pele no rosto

Os tipos mais frequentes de câncer de pele no rosto são o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma. O carcinoma basocelular costuma se manifestar como uma lesão pequena, brilhante ou com aspecto de ferida que não cicatriza. Já o carcinoma espinocelular geralmente aparece como uma placa vermelha e escamosa, que pode sangrar com facilidade. O melanoma, embora menos comum, é o mais agressivo e pode surgir de uma pinta já existente ou aparecer como uma nova lesão escura.

Fatores de risco e prevenção

A exposição excessiva ao sol sem proteção, histórico familiar, pele clara e idade avançada são fatores que aumentam o risco de desenvolver câncer de pele no rosto. No entanto, a prevenção está ao alcance de todos: use protetor solar diariamente, evite a exposição solar nos horários de pico e faça exames regulares com um dermatologista.

Tratamentos disponíveis

O tratamento do câncer de pele no rosto depende do tipo, tamanho e localização da lesão. Em muitos casos, a cirurgia é a opção mais indicada, especialmente para carcinomas basocelulares e espinocelulares. Para lesões mais extensas ou em áreas delicadas, técnicas como a cirurgia de Mohs preservam o máximo possível de tecido saudável. A radioterapia pode ser uma alternativa para pacientes que não podem ser submetidos a procedimentos cirúrgicos. Já o melanoma, dependendo do estágio, pode exigir tratamentos mais complexos, como imunoterapia ou quimioterapia.



É importante ressaltar que o diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de cura. Portanto, não ignore qualquer sinal suspeito e mantenha consultas regulares com seu dermatologista.