A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS enfrenta mais um impasse em sua agenda de depoimentos. Recentemente, o presidente da comissão, deputado Carlos Viana, descartou a possibilidade de realizar uma audiência com o ex-dono do banco Master, Alfredo Vorcaro, em São Paulo.
A decisão ocorreu após o Supremo Tribunal Federal (STF) cancelar uma audiência marcada para acontecer em Brasília. Com isso, Vorcaro sugeriu a realização de uma oitiva privada em São Paulo, onde reside atualmente. No entanto, o presidente da CPMI do INSS negou o pedido, mantendo a postura de que os depoimentos devem seguir o protocolo estabelecido pela comissão.
Essa situação levanta questionamentos sobre a logística e a jurisdição das comissões parlamentares. A CPMI do INSS tem como objetivo investigar possíveis irregularidades no sistema previdenciário, e a participação de figuras como Vorcaro é considerada relevante para o esclarecimento de fatos ligados ao caso.
Apesar da negativa, a comissão segue com seu cronograma de oitivas, buscando garantir que todos os depoimentos ocorram de forma transparente e dentro das normas legais. O presidente da CPMI do INSS reforçou que qualquer alteração no formato das audiências dependerá de deliberação coletiva e não de solicitações individuais.
Para os acompanhadores do caso, fica evidente a importância de manter a integridade dos processos investigativos, evitando desvios que possam comprometer a credibilidade dos trabalhos. A CPMI do INSS continua empenhada em cumprir seu papel constitucional, mesmo diante de desafios como este.
Em resumo, a recusa do presidente da CPMI do INSS em aceitar a sugestão de Vorcaro reforça o compromisso da comissão com a imparcialidade e o rigor procedimental. O caso segue sob acompanhamento, e novos desdobramentos podem surgir nos próximos dias.
