A decisão dos deputados de manter o veto à equiparação de alíquotas entre clubes associativos e Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) gerou forte frustração entre os dirigentes. A medida, que estava em discussão no Congresso Nacional, tinha como objetivo equalizar a carga tributária entre os dois modelos de gestão esportiva.
Os clubes associativos argumentam que, sem a equiparação, continuarão a pagar uma taxa elevada de tributos, acima dos valores cobrados de quem adotou o modelo de SAF. Essa disparidade tributária, segundo eles, cria um ambiente competitivo desigual e dificulta a sustentabilidade financeira das instituições tradicionais.
Impactos da não equiparação
Sem a equiparação de alíquotas, os clubes associativos enfrentarão custos operacionais mais altos, o que pode afetar investimentos em infraestrutura, formação de atletas e competitividade esportiva. Além disso, a diferença de tratamento tributário pode incentivar a migração de clubes para o modelo SAF, em busca de benefícios fiscais.
Posicionamento dos dirigentes
Os dirigentes de clubes associativos criticaram a decisão dos deputados, afirmando que a manutenção do veto representa um retrocesso para o futebol brasileiro. Eles defendem que a equiparação de alíquotas é fundamental para garantir a sobrevivência e o desenvolvimento dos clubes tradicionais, que têm papel histórico e social no país.
Perspectivas futuras
Agora, resta aos clubes associativos buscar alternativas para equilibrar suas finanças e manter a competitividade. Alguns dirigentes já sinalizam a possibilidade de novas mobilizações e debates no Congresso, na tentativa de reverter a decisão e conquistar a equiparação de alíquotas.
Enquanto isso, o debate sobre a equiparação de alíquotas entre clubes associativos e SAFs continua acalorado, com implicações significativas para o futuro do futebol brasileiro.
