A exumação do cão Orelha foi realizada com o objetivo de esclarecer as circunstâncias da morte do animal, que gerou grande comoção pública. Peritos forenses responsáveis pelo procedimento encontraram o corpo já em fase avançada de esqueletização, o que limitou significativamente a análise de tecidos moles e outras evidências biológicas.
Apesar das dificuldades impostas pelo estado de decomposição, a equipe técnica conseguiu realizar uma avaliação detalhada do esqueleto. O laudo pericial, baseado nos achados ósseos, descartou a possibilidade de fratura causada por ação humana. Essa conclusão é fundamental para afastar hipóteses de maus-tratos ou agressão intencional.
A fase de esqueletização compromete a análise de tecidos moles, como músculos, pele e órgãos internos, que poderiam fornecer pistas adicionais sobre a causa da morte. No entanto, a análise esquelética continua sendo uma ferramenta valiosa para identificar traumas ou lesões que possam ter ocorrido.
É importante ressaltar que o laudo pericial é conclusivo quanto à ausência de fraturas por ação humana, mas não descarta outras possibilidades, como causas naturais ou acidentais. A investigação continua em andamento para apurar todos os fatos relacionados ao caso.
Ao final, a exumação do cão Orelha e a análise pericial demonstram a importância da ciência forense na elucidação de casos que envolvem animais, garantindo que a verdade prevaleça e que a justiça seja feita.
