Geely Vice-Líder em Vendas de Carros Elétricos no Brasil: Ranking do Top 10

Veja como a Geely se tornou vice-líder em vendas de carros elétricos no Brasil. Confira o ranking do top 10 e as estratégias das marcas.

A Geely não veio ao Brasil para brincar. Em seu primeiro mês de operação efetiva, a montadora chinesa consolidou-se como a principal ameaça ao dominância da BYD no segmento de carros elétricos no país. Além do modelo EX2, a marca também destacou-se no ranking geral de vendas divulgado pela Fenabrave.

Desempenho de Geely no Mercado Brasileiro

Segundo dados oficiais, a Geely vendeu 985 unidades de carros elétricos em novembro de 2025, superando concorrentes tradicionais e ocupando a segunda posição no ranking nacional. A marca disputa esse espaço com a BYD, que liderou o mercado com 4.485 unidades vendidas (62,27% do mercado). Apesar de ter apenas dois modelos no Brasil — o EX2 e o EX5 —, a Geely demonstrou eficiência estratégica.



Modelos que Impulsionaram as Vendas

O EX2, compacto disponibilizado em duas versões, competiu diretamente com os modelos BYD Dolphin e Dolphin Mini. Já o EX5, destacou-se por sua autonomia e proposta híbrida. Além disso, a marca chinesa anunciou planos para expandir sua gama de produtos, incluindo um modelo com preço inferior a R$ 50 mil.

Ranking de Vendas: Top 10 de Marcas

O relatório da Fenabrave revelou uma composição interessante no top 10 de vendas de carros elétricos:

  1. BYD: 4.485 unidades
  2. Geely: 985 unidades
  3. Volvo: 350 unidades
  4. GM: 296 unidades
  5. Renault: 296 unidades
  6. GWM: 214 unidades
  7. GAC: 186 unidades
  8. BMW: 78 unidades
  9. Omoda & Jaecoo: 67 unidades
  10. JAC Motors: 57 unidades

Portanto, a presença de marcas europeias e americanas como Volvo e GM reforça a competitividade do mercado. No entanto, as marcas chinesas como GWM e GAC também se firmam como concorrentes relevantes.



No entanto, a Geely se destaca pela agilidade na entrada no mercado e a capacidade de atrair consumidores com preços competitivos. Especialistas apontam que sua expansão pode ser acelerada com mais investimentos em infraestrutura de pós-venda.