Em sua primeira declaração oficial como novo ministro da Fazenda, Dario Durigan anunciou nesta sexta-feira (20/3) uma agenda econômica centrada na justiça social. O ministro afirmou que pretende conduzir a gestão da economia baseado em princípios que reduzam as desigualdades e promovam o bem-estar coletivo.
Redução de Benefícios Fiscais como Estratégia de Equidade
Uma das principais medidas defendidas por Durigan é o corte de benefícios fiscais que, segundo ele, beneficiam principalmente grandes empresas e setores privilegiados. O ministro argumenta que essa medida permitirá uma redistribuição mais justa dos recursos, direcionando investimentos para áreas prioritárias como saúde, educação e segurança.
Além disso, Durigan destacou que a revisão desses incentivos fiscais não significa um aumento de carga tributária para a população em geral. Pelo contrário, ele defende uma reforma que alivie a pressão sobre a classe média e os mais vulneráveis, mantendo a arrecadação por meio de uma maior eficiência e justiça no sistema.
Justiça Social como Pilar da Gestão Econômica
O novo ministro enfatizou que a justiça social não pode ser apenas um discurso, mas uma diretriz concreta na formulação de políticas econômicas. Para ele, o crescimento econômico só será sustentável se vier acompanhado de inclusão e redução das disparidades sociais.
Portanto, Durigan pretende implementar mecanismos de transparência e controle social nas decisões do Ministério da Fazenda, garantindo que os recursos públicos sejam aplicados de forma a beneficiar a maioria da população. Ele também defende ações afirmativas para setores estratégicos que promovam emprego e renda.
Em conclusão, a gestão de Dario Durigan na Fazenda sinaliza uma mudança de paradigma, colocando a justiça social no centro das políticas econômicas. O corte de benefícios fiscais é apenas o primeiro passo de um plano mais amplo que visa construir uma economia mais justa e inclusiva para todos os brasileiros.
