Kamylinha, uma das jovens que morava na casa de Hytalo e Israel, usou as redes sociais para se manifestar após a condenação dos dois. Em seu pronunciamento, ela destacou que os crimes cometidos envolvem não apenas agressão física, mas também homofobia e racismo, questões que seguem sendo centrais no debate público.
Segundo Kamylinha, o ambiente na residência era marcado por tensão e discriminação. “Muitas vezes, a violência começa nas palavras e nos olhares,” afirmou ela, ressaltando que a condenação representa um passo importante para a justiça, mas não encerra o debate sobre preconceito e desrespeito.
O contexto da condenação
A decisão judicial contra Hytalo Santos e Israel veio após denúncias que apontavam comportamentos abusivos e discriminatórios. Testemunhas, incluindo Kamylinha, relataram episódios que evidenciam a gravidade dos atos.
O papel das redes sociais
Para Kamylinha, as redes sociais foram fundamentais para dar visibilidade ao caso. “Sem a internet, talvez nada disso tivesse sido descoberto,” disse ela, destacando como a mobilização online pode contribuir para a responsabilização de agressores.
- Aumento da conscientização sobre homofobia e racismo
- Importância do apoio mútuo entre vítimas
- Pressão social como ferramenta de justiça
Reflexões sobre o futuro
Kamylinha ressalta que, apesar da condenação, é preciso continuar atento aos sinais de preconceito no dia a dia. “A luta não acaba aqui,” concluiu ela, convidando outras pessoas a denunciarem situações semelhantes e a buscarem apoio quando necessário.
