O que realmente aconteceu?
Monitoramento de Moraes envolve uma série de ações que, segundo relatos, visavam apenas a organização da agenda de Cid. Em entrevista, o ex‑ajudante de ordens revelou que o ex‑assessor Marcelo Câmara registrava encontros para facilitar a logística, e não para coletar informações sensíveis.
Por que a imprensa ficou atenta?
Além disso, a mídia questionou a transparência da operação, pois o nome de Cid estava em destaque em diversos registros. No entanto, os documentos analisados não apontam nenhuma violação de privacidade.
Detalhes da Operação
- Registro de datas e horários de reuniões;
- Listagem de participantes e temas a serem abordados;
- Coordenação de deslocamentos e logística de apoio;
- Centralização de notas em agenda digital.
Esses pontos confirmam que o foco principal era a agenda de Cid, não a interceptação de comunicações. Portanto, a prática se enquadra nas normativas de planejamento político.
Repercussões e Conclusão
Em conclusão, o “monitoramento de Moraes” acabou sendo um instrumento de organização interna. Por isso, não há indícios de uso indevido de recursos públicos. Assim, a controvérsia se dissipou quando os fatos foram esclarecidos publicamente.