Pix: Receita Federal desmente taxação e explica novas regras para 2026

Receita Federal desmente taxação do Pix e explica novas regras para 2026. Saiba o que muda e como se proteger de golpes.

O Pix segue como um dos meios de pagamento mais populares do Brasil, mas, assim como em anos anteriores, 2026 começou com a circulação de boatos falsos sobre uma possível taxação. Para esclarecer a população, a Receita Federal emitiu uma nota oficial desmentindo qualquer tributação sobre as transações via Pix. Além disso, o órgão reforçou que a Constituição Federal proíbe a cobrança de impostos sobre movimentações financeiras.

No entanto, a Instrução Normativa da Receita Federal nº 2.278/2025 estabelece novas regras de transparência para fintechs. Essas empresas devem seguir os mesmos padrões de transparência exigidos das instituições financeiras tradicionais. Portanto, o objetivo não é monitorar transações individuais, mas sim combater crimes como lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.



Por que a Receita Federal desmentiu os boatos sobre o Pix?

A disseminação de fake news sobre a taxação do Pix não apenas gera pânico, mas também abre espaço para golpes. Segundo a Receita Federal, criminosos aproveitam esse tipo de desinformação para aplicar fraudes. Por exemplo, eles enviam mensagens falsas via WhatsApp ou redes sociais, coagindo vítimas a compartilharem dados bancários.

Além disso, a Receita Federal alerta que espalhar mentiras sobre o Pix é uma prática perigosa. Isso porque, ao criar um clima de incerteza, os golpistas conseguem agir com mais facilidade. Portanto, é fundamental verificar informações em fontes oficiais antes de compartilhá-las.

O que muda no Pix em 2026?

O Banco Central do Brasil já anunciou melhorias para o Pix neste ano. Uma das principais novidades é a obrigatoriedade do Mecanismo Especial de Devolução (MED) a partir de 2 de fevereiro. Esse recurso ajuda a rastrear o dinheiro em casos de fraude, evitando que golpistas transfiram valores para outras contas.



Outra inovação é o Pix Parcelado, que deve substituir o cartão de crédito em algumas transações. Originalmente previsto para 2025, o lançamento foi adiado para 2026 por questões de segurança. Além disso, o Banco Central está trabalhando em outras funcionalidades para tornar o Pix ainda mais seguro e eficiente.

Como se proteger de golpes no Pix?

  • Verifique sempre a origem das informações sobre o Pix.
  • Nunca compartilhe dados bancários por mensagens ou ligações suspeitas.
  • Utilize o Mecanismo Especial de Devolução (MED) em caso de fraude.
  • Mantenha-se atualizado sobre as novas regras do Pix.

Em conclusão, o Pix não será taxado, mas as fintechs devem seguir normas mais rígidas de transparência. Essas medidas visam proteger os usuários e combater crimes financeiros. Portanto, fique atento às novidades e evite cair em golpes.