Reclamação de Bolsonaro: PF explica barulho na cela e limitações técnicas

PF responde à reclamação de Bolsonaro sobre barulho na cela, citando limitações técnicas e ausência de alternativas para transferência.

A reclamação de Bolsonaro sobre o barulho excessivo na cela onde cumpre prisão preventiva ganhou resposta oficial da Polícia Federal (PF). Em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), a corporação detalhou os desafios técnicos para resolver o problema e reforçou que não há alternativas imediatas para a situação.

O que diz a PF sobre a reclamação de Bolsonaro?

A PF argumentou que qualquer intervenção para reduzir o ruído do ar-condicionado exigiria a paralisação total do sistema de refrigeração. Além disso, a corporação destacou que não existe outro local adequado para transferir o ex-presidente, o que limita as possibilidades de solução.



Limitações técnicas e operacionais

Segundo a PF, as obras necessárias para mitigar o barulho na cela demandariam tempo e recursos significativos. No entanto, a paralisação do sistema de ar-condicionado não é viável, pois comprometeria as condições de segurança e conforto do ambiente. Portanto, a corporação reforçou que a situação atual é a única opção disponível no momento.

Além disso, a PF ressaltou que a estrutura prisional onde Bolsonaro se encontra foi projetada para atender a padrões específicos de segurança. Qualquer modificação, portanto, exigiria uma análise técnica aprofundada e poderia gerar riscos operacionais.

Posicionamento do STF

O STF ainda não se pronunciou oficialmente sobre a reclamação de Bolsonaro, mas a manifestação da PF serve como base para futuras decisões. Enquanto isso, o ex-presidente segue na cela, e a discussão sobre as condições de sua prisão permanece em evidência.



Em conclusão, a PF deixou claro que, apesar das demandas, as limitações técnicas e logísticas impedem uma solução imediata. A reclamação de Bolsonaro segue em análise, mas as alternativas apresentadas pela corporação são restritas.