Resident Evil Requiem: Análise Completa do Novo Capítulo da Franquia

Descubra tudo sobre Resident Evil Requiem, o novo capítulo da franquia que celebra 30 anos de terror e ação. Análise completa e detalhes exclusivos.

Resident Evil Requiem marca os 30 anos de uma das franquias mais icônicas dos jogos, unindo nostalgia e inovação em uma experiência que promete redefinir o terror de sobrevivência. A Capcom, mais uma vez, demonstra seu domínio ao mesclar ação intensiva e suspense psicológico, oferecendo aos fãs um jogo que celebra o passado enquanto abre caminho para o futuro.

Uma Celebração de 30 Anos de Terror

Três décadas após a incursão na Mansão Spencer e o surto de zumbis em Raccoon City, Resident Evil Requiem surge como uma homenagem à história da franquia. O jogo não apenas revisita elementos clássicos, mas também introduz uma nova narrativa que promete expandir o universo da série. Com uma mistura equilibrada de terror e ação, o título atende tanto aos fãs de longa data quanto aos novos jogadores.



A sinergia entre os dois protagonistas, Leon S. Kennedy e Grace Ashcroft, é um dos destaques. Enquanto Leon enfrenta os contaminados com a confiança de um veterano, Grace traz uma abordagem mais cautelosa, semelhante à de Ethan em Resident Evil 7 e Village. Essa dualidade de gameplay enriquece a experiência, oferecendo duas perspectivas distintas para explorar o mesmo cenário.

Gameplay e Mecânicas Inovadoras

Durante a prévia de Resident Evil Requiem, foi possível testar três trechos do jogo, cada um destacando diferentes aspectos da jogabilidade. Leon, por exemplo, demonstra sua habilidade em combate corpo a corpo e com armas, enfrentando hordas de inimigos sem hesitação. Já Grace, com recursos limitados, depende de estratégias de furtividade para sobreviver, criando uma dinâmica que exige adaptação constante do jogador.

Além disso, o jogo introduz mecânicas de craft que vão além da simples coleta de itens. Os jogadores precisam resolver quebra-cabeças para criar compostos químicos, como contra-reagentes que explodem os contaminados. Essa camada adicional de complexidade adiciona profundidade à experiência, exigindo planejamento e atenção aos detalhes.



Inimigos Inteligentes e Cenários Desafiadores

Os infectados em Resident Evil Requiem não são meros zumbis sem consciência. Eles retêm memórias de suas vidas passadas, executando tarefas cotidianas como limpar espelhos ou cortar carne. Essa característica torna os encontros ainda mais imprevisíveis, pois é difícil distinguir entre uma vítima inocente e um inimigo disfarçado. Além disso, alguns contaminados utilizam ataques sonoros, como gritos que desestabilizam o jogador e atraem outros inimigos.

Os cenários, como o hospital do Dr. Gideon, são meticulosamente projetados para desafiar os jogadores. Quebra-cabeças complexos e a necessidade de explorar cada canto do ambiente garantem que a experiência seja tão cerebral quanto visceral. O mapa auxilia na navegação, mas a dificuldade persiste, especialmente durante os confrontos com chefões intermediários que lembram o icônico Nemesis.

Uma Homenagem ao Passado com Olhar para o Futuro

Resident Evil Requiem não é apenas uma celebração dos 30 anos da franquia, mas também um ponto de partida para novos capítulos. A Capcom consegue equilibrar referências ao passado, como a volta a Raccoon City, com inovações que mantêm a série relevante. A possibilidade de alternar entre câmeras em primeira e terceira pessoa, por exemplo, é um acerto que agrada tanto aos puristas quanto aos jogadores que preferem uma visão mais imersiva.

O jogo será lançado em 27 de fevereiro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series, Nintendo Switch 2 e PC. Com uma narrativa envolvente, mecânicas inovadoras e inimigos inteligentes, Resident Evil Requiem promete ser um marco na história da franquia, unindo o melhor do passado e do presente.

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