No Supremo Tribunal Federal (STF), uma amiga de Lulinha contestou o relatório da Polícia Federal (PF) que aponta suposta fraude no INSS. O documento afirma que Careca do INSS realizou cinco repasses, totalizando R$ 1,5 milhão, para uma empresa ligada a Roberta Luchsinger.
A defesa de Roberta Luchsinger nega as acusações e alega que os repasses foram feitos de forma legal. Além disso, a defesa afirma que Roberta não tem qualquer ligação com as supostas irregularidades apontadas no relatório da PF.
Entenda o caso
O relatório da PF investiga supostas fraudes no INSS, envolvendo repasses de valores para empresas ligadas a pessoas próximas a Lulinha. No entanto, a defesa de Roberta Luchsinger contesta as acusações e afirma que os repasses foram feitos de forma legal.
Os repasses
Segundo o relatório da PF, Careca do INSS realizou cinco repasses, totalizando R$ 1,5 milhão, para uma empresa ligada a Roberta Luchsinger. No entanto, a defesa de Roberta nega as acusações e afirma que os repasses foram feitos de forma legal.
A defesa de Roberta Luchsinger
A defesa de Roberta Luchsinger nega as acusações e alega que os repasses foram feitos de forma legal. Além disso, a defesa afirma que Roberta não tem qualquer ligação com as supostas irregularidades apontadas no relatório da PF.
O que diz a PF
O relatório da PF aponta supostas fraudes no INSS, envolvendo repasses de valores para empresas ligadas a pessoas próximas a Lulinha. No entanto, a defesa de Roberta Luchsinger contesta as acusações e afirma que os repasses foram feitos de forma legal.
Conclusão
O caso está sendo investigado pela PF e pelo STF. A defesa de Roberta Luchsinger nega as acusações e afirma que os repasses foram feitos de forma legal. No entanto, o relatório da PF aponta supostas fraudes no INSS, envolvendo repasses de valores para empresas ligadas a pessoas próximas a Lulinha.
