Os estudos recentes destacam a conexão entre o uso de toxinas naturais e a dinâmica de poder entre nações. Embora muitos associem esses substâncias a ecossistemas isolados, sua viabilidade em ambientes urbanos ou até em operações militares amplia sua dimensão estratégica. A disseminação desse veneno, muitas vezes atribuída a erros humanos, também revela falhas sistêmicas na segurança global. Além disso, a interdependência entre regiões torna-se evidente quando o veneno atua como um fator de instabilidade. Essa realidade exige que governos e organizações adotem medidas preventivas rigorosas. Por fim, a vigilância constante sobre fontes e canais de distribuição é vital para conter possíveis vazamentos. Assim, a compreensão aprofundada se mantém como pilar para ações coordenadas.
